Self-Mistake

Self-Mistake*

 

Self-Mistake é um projeto que assenta o seu foco no risco e na liberdade artística da Dança e Performance Experimentais, posicionando-se como manifesto e elemento de mudança dos sistemas institucionalizados, criado numa parceria entre ORG.I.A e Produções Independentes.


Self-Mistake tem como objectivo criar espaço e condições ao desenvolvimento da inovação artística, apoiando a experiência do risco e do erro na criação, como possibilidade para a transformação.
A liberdade alcançada neste contexto é essencial aos processos criativos e contribui para que estes se possam libertar das pressões que levam a lógicas normativas e convencionais.
Self-Mistake constitui-se como uma mudança criativa das formas de apoiar a Dança Contemporânea e performance, posicionando-se como desencadeadora de sistemas alternativos nos processos de criação artística performativa.
O projecto é uma resposta às necessidades do meio, que exige novas formas de produção e criação.
Mais do que um programa desafiador, é uma necessidade, uma urgência, um novo paradigma na forma de organização da criação artística.
 

Self-Mistake é organizado numa parceria entre ORG.I.A e Produções Independentes.


Produção: ORG.I.A e Produções Independentes
Apoio: Câmara Municipal de Lisboa – Cultura e Fundo de Emergência Social, República Portuguesa - Cultura – Direção-Geral das Artes
Parceiro Institucional: Linha de Apoio de Emergência às Artes / República Portuguesa – Ministério da Cultura


*“A expressão Self-Mistake foi criada a partir do conceito do ténis de “Erros não forçados” - quando um tenista comete um erro sem que o adversário lhe tenha criado uma jogada particularmente difícil. Os grandes inovadores, na ciência, nas artes, na política, no desporto, em estratégia militar, são pessoas que se distinguem por arriscar. Trabalham no desconhecido, com a intuição. Eles não acertam mais do que qualquer outra pessoa quando fazem experiências; avançam por tentativa-e-erro; e erram muito mais do que o comum dos mortais. Mas porque arriscam, aproximam-se da possibilidade de fazerem algo inovador, extraordinário. Errando muitas vezes e acertando de vez em quando, arriscam até chegarem a novas formas, a novas descobertas.”

 

Foto: Alípio Padilha