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Maeva Lambert & Elena Vertegel

Em colaboração com Tiago Ribeiro

“Tens de pensar num mundo de probabilidades, no qual eventos ocorrem sem que ninguém os possa haver previsto. Será este não determinismo a condição para se poder provar a liberdade do ser humano?
Sem dúvida que o Homem tem apenas liberdade relativa num universo feito de probabilidades, mas ele tem esta liberdade.”
Ilya Prigogine

Intrigados pelas nossas percepções, nós tentamos sondar, através de vidros escuros e opacos, a opressão que nos acompanha no nosso dia-a-dia.
De compreender mecanismos inconscientes, de penetrar no desconhecido, de contemplar o ambiente em que nos realizamos.
Para redescobrir, talvez, uma certa liberdade, uma harmonia coletiva.
Estamos a criar este projeto na esperança de ganhar de novo estas “sensibilidades” que ficaram perdidas, maniatadas e censuradas.
De nos movermos num ardor coletivo, de forma a tornar as nossas vozes sequestradas ouvidas e torná-las livres. De parar de acreditar em crenças e começar a compreender o que nos rodeia.
Para divulgar a importância da imaginação e jogar com o poder da irreverência.
Gritá-la dos telhados, sussurrá-la nos nossos ouvidos.
De forma a frustrar este alarmismo constante que  está a sufocar e a afogar o futuro.

Queremos convidar todos os utópicos a descobrir as optimistas costas da euforia, para um turbilhão de criatividade que inspira o nosso desejo de seguir em frente; de colaborar para estimular um espaço de entretenimento enriquecedor.

 

Dirigido por Maeva Lambert e Elena Vertegel
Em colaboração com Tiago Ribeiro
Apoio: JÁ International Theatre, WBI (Wallonie-Bruxelles-International), WBI (Wallonie-Bruxelles-International)

 

 

Romain Ferrand