Nad(i)a a dizer ou O que faço das cinzas
Paulo Emílio (Pinto)
Paulo Pinto. Fortaleza, Ceará, Brasil – Porto, Portugal. Performer, Multiartista, Arte Educador, Arteterapeuta, Psicólogo, Professor. Bolsa/Investigação: Fundação Carolina, Espanha, 2016; CNPq, Brasil, 2013. Prêmio: LABPe 2020; III Único Salão Universitário de Arte Contemporânea, SESC/PE, 2010; SPA das Artes, 2010. Ações apresentadas: Quarto 28, Casa da Guarda, Santa Barba no Atelier Aberto, 2017 – 2019, Colégio das Artes,
Universidade de Coimbra; Santa Barba, no Big Gay Heart, Espaço Mira, 2019; Promessas, no Vídeolab, 2018, Coimbra; Promessas, no Museu de Penafiel, 2016; Quarto 28, no Motel Coimbra, 2016; Quarto 28, no Sentido(s) Direction(s), Fórum da Maia, 2014; Promessas, na Mostra de Aciones Performáticas 4X4, Museu de Jaén, 2019; Promessas, no Fugas e Interferências, Museo Eugenio Granell, 2016; Asseitas, na Saco Azul, Maus Hábitos, 2016. Residências: Mau Exemplo, Grupo Identidades, Cabo Verde, 2014; Exercícios de Casa, Casazul, 2014. Colaborador: SINTOMA; Associação de Professores de Expressão e
Comunicação Visual – APECV; Coletivo Tuia de Artifícios; Coletivo de Arte Educação C3; Laboratório de Criatividade e Saúde Mental - LACRIAS. Assume o alterego Santa Barba desde 2017, numa performance mestiça que evoca poesia, artes cênicas, visuais e musicais. É pós-doutorando em Arte Contemporânea, Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Interesses: Performance e hibridismos. Auto/biografia. Ancestralidade. Cultura Popular. Obesidade na arte. Identidades não binárias. Decolonialidade. Perda e luto.
