DARKTRACES

Joana Castro

"Rara é a coragem de olhar pela morte dentro entre batimentos e estranhas divindades.
Mas é preciso olhar. Não há outra passagem. Dela um só relance redime o sofrimento." Carlos Poças Falcão

O negro enquanto matéria-prima. A escuridão como fonte, que deu origem a tudo.
Entre o espanto e o adormecimento, estes corpos são matéria e memória, presenças fantasmagóricas que deambulam entre evocações e assombros, risos e choros, erotismos e violências, numa evasão constante de si próprios.
E no fim, o que permanece?

 

Conceção, direção artística, espaço cénico e paisagem sonora
Joana Castro

Co-criação e interpretação
Ana Rita Xavier, André Mendes, Maurícia | Neves, Thamiris Carvalho e 1 performer a definir

Desenho de luz
Mariana Figueroa

Figurinos e caracterização
Joana Castro e Silvana Ivaldi

Apoio produção e residências artísticas
Balleteatro, Desvio, Reitoria da Universidade do Porto

Bolsa de Criação
Self-Mistake (Self-Curating)

Apoio
Fundação Calouste Gulbenkian

Pedro Sardinha

Pedro Sardinha