SELF-UNCENSORED

SELF-UNCENSORED

Self-Uncensored propõe uma reflexão e uma tomada de consciência sobre formas contemporâneas de censura em contextos democráticos, com foco nos mecanismos de censura indirecta que conduzem à autocensura e à censura interiorizada.


Self-Uncensored procura identificar como as dinâmicas relacionadas com processos invisíveis de censura se manifestam no mundo actual e se infiltram no trabalho artístico, comprometendo aquele que deveria ser, por natureza, um espaço de liberdade e de resistência, cujo impacto se reflecte em toda a sociedade.

Self-Uncensored propõe-se incentivar a construção de práticas mais conscientes, capazes de resistir às dinâmicas moldadas pela autocensura, pela adaptação a sistemas de apoio uniformizadores, por agendas predominantes, pressões de mercado ou pelas expectativas e ambivalências das próprias comunidades.

 

Festival Expandido

Self-Uncensored entende-se como um festival expandido, que ultrapassa os formatos tradicionais ao estender-se ao longo de vários meses entre 2025 e 2026, em eventos de curta duração realizados em espaços e contextos distintos. Desenvolvendo-se como projeto de investigação, encontro artístico e plataforma curatorial, tem como foco principal o questionamento das formas contemporâneas de censura em contextos “democráticos”, em particular dos mecanismos que conduzem à autocensura e à censura interiorizada.

 

 

Produção: ORG.I.A (SELF-MISTAKE) 
Direcção artística e curadoria: Tânia M. Guerreiro 
Parceiros: Estúdios Victor Córdon / OPART, ICNOVA (NOVA/FCSH), Galeria Zé dos Bois, Teatro Ibérico, O Rumo do Fumo 
Apoios institucionais: Câmara Municipal de Lisboa – Cultura; República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direcção-Geral das Artes 
Fotografia: Ema Ramos